Projeto
Zanini Scraps · Greice Zanini

Atualmente em toda obra ou indústria, sobra material íntegro. Resíduo que é materia prima para alguém, gerando prejuízo e custo de remoção. E não deve ser material perdido se destinado certo. Ao invés de um custo gera receita e também economia ao comprador, que pode comprar o material necessario por um custo menor. Além de promover a redução danos ambientais, otimizando o uso de materiais. O Brasil gera milhões de toneladas de resíduos só de construção e demolição de obras por ano, disso, só uma fração mínima tem destinação correta. E, grande parte desse “resíduo” é material novo. Atualmente, vender "sobras" falha por três motivos: 1º Confiança no processo, ocorrerem inúmeras percas nesse tipo de negociação; 2º Liquidez financeira, o tempo em negociar e receber custa mais do que um lote pequeno vale; 3º Lastro, mercadorias sem registro de origem e destino, documentação inexistente ou fraudulenta, o comprador fica em risco com o fisco. Cada dia sem solução é perca de caixa e mercado informal, um espaço de bilhões em materiais que poderia circular e hoje não circula. O Brasil tem um custo de em média 120 bilhões ao ano, por falta de aproveitamento e correta destinação de resíduos. O Zanini Scraps é um marketplace B2B onde sobra vira receita, com pagamento protegido, comissão de 5% e liquidação na Solana. Não é classificado, nem sucateiro digital, é uma camada de confiança entre quem tem sobra e quem precisa de insumo. O vendedor publica o lote na linguagem do setor (m², ton, ml, kg), com origem e local de retirada. O comprador negocia no chat ou compra o total do anuncio. O valor fica em custódia até a confirmação do recebimento e só então o vendedor recebe o líquido descontada a comissão que a plataforma separa na mesma operação. Fica um rastro público do que foi negociado, por quem e com qual pagamento. Quem vende gera valor dado por perdido e corta custo de descarte. Quem compra acessa material de procedência com margem no preço. Quem audita ou contrata obra ganha prova de destinação lote a lote. O modelo é lucrativo desde a primeira transação, receita limpa de 5%, sem tocar no principal. A urgência de ir a mercado é direta, a perda já acontece todo dia no canteiro e na fábrica. A demanda existe, só falta a infraestrutura de confiança. A vinculação específica com a Solana parte de que, lotes pequenos só fecham se taxa for fração de centavo e liquidação for em segundos. Banco e processador tradicional comem a margem e demoram o repasse. Na Solana, o escrow deixa de ser promessa e vira código. Pagamento em USDC (Wallet Adapter / Solana Pay), retenção em cofre programado (Anchor), liberação assinada ao confirmar a retirada, split de comissão no mesmo ato, cada etapa auditável no explorer. Podendo viabilizar o lote de R$ 45 com a mesma segurança do lote de R$ 12 mil. Trás um benefício Real World Asset de verdade bem físico, usuário de economia real (muitas vezes sem saber que usou blockchain), carteira e USDC em uso fora do ecossistema cripto, demanda recorrente da construção civil e industria mundial. A plataforma em https://zaniniscraps.com.br/ tem, publicação de lote, chat, PIX, custódia e liberação. A camada Solana foi integrada no hackathon e já liquidou operações verificáveis na rede. Começamos em Passo Fundo e no norte do RS, onde o Grupo Zanini já vive os dois lados do fluxo. Deram origem ao sistema. Greice Zanini, contadora e consultora tributária, liderando os negócios, o fiscal e conformidade tributária e legal. A perda que viu na escrituração dos clientes motivou o produto e Tiago Zanini fundador da Zanini Business, responsável pelo desenvolvimento técnico, arquitetura e a camada Solana. Os próximos passos são: - Mainnet com USDC e conversão para reais; - Rastreabilidade on-chain do lote; - Certificado de destinação a partir do registro; - Piloto com construtoras locais.
Projeto submetido no Hackathon Solana & Cursor.