Projetos
O que as equipes construíram no Hackathon Solana & Cursor.
37 projetos
Queixas Computacionais · Bernardo Sozo Fattini
aaaaaaaa
Enviado em 09 de setembro
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Greenfield · Dione Dev
Open source tem milhões de issues esperando para serem resolvidas, mas a maioria das contribuições não é paga. Estamos construindo um protocolo nativo da Solana onde fundos do ecossistema transformam Issues do GitHub em bounties pagas em USDC. Mantenedores atribuem a issue. Desenvolvedores resolvem. O PR é aprovado. Nossa integração com GitHub verifica automaticamente, libera a recompensa, e o desenvolvedor resgata USDC diretamente na sua wallet Solana. Issue → PR → Merge → USDC.
Enviado em 09 de setembro
Ver projeto →Safra coin · Marcus Picoli
Projeto de criptomoeda baseado em solana para garantir a autenticidade dos lotes de safra
Enviado em 09 de setembro
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FabricaAí · Pedro Vieira Martinelli
FabricaAI é um marketplace B2B de manufatura sob encomenda. Uma empresa que precisa fabricar peças (usinagem, corte a laser, dobra, caldeiraria, conjuntos soldados) sobe os desenhos e a planilha de itens, e oficinas qualificadas disputam a produção. O comprador compara propostas sem saber quem está cotando, escolhe, e a plataforma cuida do resto: contrato, ordem de produção, vistoria, transporte e, se der problema, a mediação. Cada uma dessas etapas deixa um registro na blockchain Solana, para que a trilha do pedido seja pública, imutável e verificável por qualquer uma das partes. O projeto nasceu de uma dor concreta do chão de fábrica brasileiro. Quem compra peça técnica hoje perde dias mandando e-mail e WhatsApp para vários fornecedores, recebe orçamentos em formatos diferentes, não tem garantia de que o desenho foi lido direito e, quando a peça chega errada, não tem onde reclamar. Do outro lado, oficinas pequenas e médias têm máquina parada e não têm canal para achar cliente novo além da indicação. A FabricaAI fica no meio: organiza o pedido, protege o comprador e traz demanda para o fornecedor. Para quem é Compradores: engenharias, indústrias de médio porte, integradores e qualquer empresa que compra peças por desenho técnico e quer previsibilidade de preço, prazo e qualidade. Fornecedores: oficinas e metalúrgicas com processos definidos (torno, fresa, laser, dobra, solda), que passam por homologação, cadastram capacidades e ganham reputação a cada entrega. Backoffice FabricaAI: o time interno que pré-processa pedidos, homologa fornecedores, acompanha risco, concilia pagamentos e arbitra disputas. O que já está rodando A plataforma está funcional de ponta a ponta em ambiente de homologação, com landing pública, cadastro progressivo e três perfis de acesso. O comprador cria um pedido com vários itens, um a um ou importando uma planilha em qualquer layout, e distribui os desenhos em lote pelo nome do arquivo. Os arquivos (STEP, IGES, STL, DXF, PDF) abrem num visualizador 3D dentro do navegador. O backoffice pré-processa e o comprador aceita o escopo, que fica congelado com hash. Os itens são agrupados em grupos de cotação e cada grupo pode ir para um fornecedor diferente. Os lances são anônimos, com janela de 72 horas, e só chegam a fornecedores elegíveis pelos processos exigidos. Escolhido o vencedor, o sistema gera contrato para assinatura digital, emite a ordem de produção imutável em PDF e acompanha o status por grupo. Na entrega, o fornecedor registra fotos de metrologia com marca d'água e a nota fiscal; checklist de vistoria e cotas críticas fazem gate antes da etiqueta de envio. Há rastreio, aceite automático em D+7, disputa com arbitragem, rating em cinco fatores, recompra sem reupload, chat moderado, dashboards e painel de backoffice completo. Rastreabilidade em Solana Todo artefato relevante já nasce com hash: aceite de escopo, contrato assinado, OP, fotos de vistoria, entrega. A proposta é ancorar esses hashes na Solana e representar a ordem de produção como um token cujo histórico de status (cotação, fabricação, vistoria, envio, aceite) é gravado on-chain. Nada sensível vai para a chain, só a prova. Comprador, fornecedor e árbitro passam a verificar a trilha de forma independente, e a disputa deixa de ser palavra contra palavra. Solana foi escolhida pelo custo por transação e pela finalização em segundos. O que vem a seguir O foco é o piloto com clientes reais. Para isso falta: a ancoragem on-chain e o token da OP; religar o pagamento (Pagar.me) ao modelo de vários fornecedores por pedido, com repasse por grupo; termos jurídicos definitivos; domínio; infraestrutura de produção e runbooks. Na sequência, escrow do pagamento em smart contract liberado no aceite, NFS-e automatizada, chat em tempo real e novos modelos de pagamento. A meta de curto prazo não é escala: é rodar algumas dezenas de pedidos por mês com margem, aprender com eles e só então abrir a torneira.

AutoScore · Gabriel Marculina Pandolfo
O AutoScore é uma plataforma de rastreabilidade e confiança para o mercado automotivo, criada para transformar o histórico de um veículo em uma informação permanente, verificável e compartilhável. Hoje, o histórico de manutenção de um carro é frequentemente fragmentado entre notas fiscais, oficinas, documentos físicos, aplicativos e relatos dos próprios proprietários. Quando o veículo é vendido, parte dessas informações pode ser perdida, dificultando a avaliação de sua real condição e criando um cenário de assimetria de informação entre comprador e vendedor. O AutoScore resolve esse problema criando um histórico digital que acompanha o veículo durante toda a sua vida útil, independentemente de quantos proprietários ele tenha. Manutenções, inspeções, trocas de peças, quilometragem, abastecimentos, documentos e outros eventos relevantes podem ser registrados em uma linha do tempo única e organizada. A blockchain Solana é utilizada como uma camada de prova de integridade. Os dados completos permanecem armazenados de forma segura fora da blockchain, enquanto um hash criptográfico do registro é utilizado para criar uma prova verificável na rede. Dessa forma, é possível posteriormente verificar se um registro apresentado corresponde exatamente ao registro originalmente registrado, sem expor dados pessoais ou documentos privados na blockchain. O processo é simples: o proprietário registra um evento de manutenção, o AutoScore gera uma representação criptográfica única daquele registro e publica sua prova na Solana. A plataforma então armazena a referência da transação e permite que qualquer pessoa autorizada verifique a autenticidade daquele histórico. Quando o veículo muda de proprietário, seu histórico permanece associado ao veículo, e não à pessoa que o registrou. Além do histórico detalhado, essa estrutura permite construir uma camada de confiança para o mercado de veículos usados. Com dados consistentes e verificáveis, o AutoScore pode evoluir para um sistema de avaliação capaz de transformar o histórico do veículo em um score de confiabilidade. Assim, o AutoScore busca mudar a forma como as pessoas avaliam um carro: sair do “eu acho que este carro está bom” para o “eu tenho a prova de que este carro é confiável”. AutoScore - The score behind every car.
ParamY · Marcelo Panho
O que é: ParamY é um seguro agrícola que paga sozinho. A seguradora define o gatilho (seca ou excesso de chuva), o limite em milímetros, o prêmio e a cobertura por hectare, e inscreve o produtor com a área do cadastro. O produtor aceita pagando o prêmio on-chain. Quando a janela da safra fecha, qualquer um dispara a liquidação: o contrato lê a chuva do oráculo, compara com o limite e transfere a cobertura proporcional à área — sem perito, vistoria ou processo de sinistro. O limite é o que a apólice considera saudável; chuva exatamente no limite não dispara. Cada seguradora tem cofre próprio. Suspender uma carteira impede venda nova, mas o que já foi vendido continua liquidando. Para quem é: Três papéis, três ambientes. A plataforma habilita quem pode vender e vê se a reserva cobre a exposição. A seguradora (mutuais, cooperativas, carteiras agrícolas) cadastra produtores e imóveis, emite apólices e acompanha a liquidação — quem declara a área é quem responde pelo risco. O produtor rural vê a oferta, paga o prêmio com a carteira dele e acompanha a chuva medida na região. O público imediato é demo e hackathon no agronegócio brasileiro (lavouras de sequeiro, risco climático). Não é produto regulado nem tarifado: sem base atuarial e sem auditoria. O que já está rodando: Programa Anchor 0.31.1 na localnet (SBPF v3), 11 instruções, contas de autoridade, seguradora/cofre, produtor, propriedade, apólice, inscrição e oráculo mock. Ciclo da inscrição: Inscrito → Ativa → Paga | Expirada. Painel Next.js em localhost:3100, com lobby por papel. Chuva via Open-Meteo ERA5 (~10 km), gravada com fonte e período; a tela não confunde valor medido com valor de seed. Seed com duas seguradoras, produtores, imóveis, apólice ao vivo e retroativas liquidáveis (incluindo um caso com chuva real). 31 testes de integração, 12 de prazo, 3 unitários Rust. Cadastro novo de produtor aparece no lobby; carteira de teste gerada no navegador permite entrar no ambiente. Software de hackathon: mint de demonstração (6 casas), chaves embutidas (não Phantom), oráculo auditável mas não assinado, risco de base só na tela, solvência sem trava on-chain na venda, prazos de contratação na UI e ainda não no criar_apolice. Devnet sem deploy (~4 SOL de pico). Evolução: 1) Deploy na devnet e SOL de operação. 2) Trava de solvência na inscrição — não vender além da reserva. 3) Oráculo assinado (Switchboard); a comparação do gatilho não muda. 4) Guarda temporal on-chain na criação da apólice (testes com bankrun). 5) USDC de verdade quando estiver claro de onde vem a reserva do cofre. 6) Recusa por distância lavoura–célula; banda dupla no gatilho (faixa, não só um lado). 7) Carteira do usuário (Phantom) no lugar das chaves de demo. O que falta é produção, não o palco local.

Organizai · gabriel gemelli
Organizai lê e organiza a documentação de obras da construção civil. A construtora envia contratos, alvarás, ARTs e certificados, tirando foto pelo celular ou arrastando a pasta inteira do computador. Cada arquivo que chega ao armazenamento em nuvem dispara o processamento sozinho: o OCR converte a imagem em texto, um modelo de linguagem reconhece que tipo de documento é aquele e extrai os campos que importam, como número, órgão emissor, valor e data de validade, e o sistema passa a vigiar os vencimentos e a avisar antes de cada um. Todo campo extraído guarda a página e o trecho de onde saiu, então quem recebe a informação consegue conferir a leitura em vez de acreditar nela. O diário de obra é feito pela voz. O engenheiro grava pelo celular ao fim do dia, o áudio é transcrito automaticamente, os campos do dia se preenchem a partir da fala e o escritório revisa o texto antes de fechar o registro. Por cima de tudo isso existe um assistente: a pessoa pergunta em linguagem normal, e a resposta vem com o documento e a página citados.

Clawler · Enzo Zavorski Delevatti
# *Clawler: Gestão local. Código conectado.** **O que é o projeto** O Clawler é um gerenciador de projetos Git descentralizado e *Local-First* que funde o rastreamento de tarefas diretamente com o código-fonte. Guiado pela premissa de que *"Everything is in our own claws"*, o sistema devolve o controle da infraestrutura aos desenvolvedores. Ele opera a partir da máquina local (ou servidor da equipe) e trata tanto desenvolvedores humanos quanto Agentes de IA autônomos como membros nativos, regidos por regras rígidas de negócios e isolamento de escopo, eliminando o atrito entre o planejamento e a implementação real no repositório. **Para quem é** Foi construído para desenvolvedores do ecossistema Web3, estúdios independentes e microempresas de tecnologia que exigem soberania absoluta sobre os seus dados. É a solução definitiva para lideranças técnicas e diretores de segurança (CISOs) que buscam proteger a sua propriedade intelectual contra vazamentos em IAs centralizadas, operando em ambientes isolados (*Air-Gapped*) e eliminando os custos abusivos de assinaturas SaaS em dólar. **O que já está rodando (MVP)** Nosso MVP submetido hoje já possui o *Core Daemon* assíncrono (FastAPI/SQLite) operando 100% localmente. O fluxo de tarefas valida dependências em um Grafo Direcionado Acíclico (DAG), amarrando o avanço do trabalho diretamente aos *commits* do Git. A grande entrega deste hackathon é a **Notarização Trustless na Solana**: sempre que um Manager aprova uma entrega (status `COMPLETED`), o sistema se conecta à blockchain via *Memo Program* e grava irreversivelmente o UUID da tarefa e o *hash* do commit. O código-fonte permanece trancado e privado na máquina do usuário, mas a prova criptográfica do trabalho fica auditável publicamente para sempre. **O que vem a seguir** Os próximos passos imediatos focam em expandir a nossa camada Web3 e a conectividade corporativa: 1. **Autenticação Nativa:** Substituição do sistema de senhas pelo login direto e pareamento de dispositivos via Solana Wallet (assinaturas Ed25519). 2. **Infraestrutura Relay (Nível 2 e 3):** Implementação de túneis reversos seguros para colaboração remota e sincronização de estado sem necessidade de abertura de portas em roteadores locais. 3. **Tokenização Estrutural:** Transformar Organizações em Coleções NFT e Projetos em ativos (NFTs) aninhados, abrindo caminho para um mercado secundário descentralizado e verificável de código.

Byte de Caju · Vinícius Garcia
O FoodRescue é um marketplace B2B que conecta produtores com excedentes agrícolas a compradores e instituições sociais, coordenando negociação, transporte e pagamento em uma única plataforma. O objetivo é ampliar as oportunidades de escoamento dos alimentos, recuperar valor para o produtor e facilitar o acesso a lotes compatíveis com a demanda de cada participante. Construído com Laravel e um programa em Rust nativo na Solana, o projeto utiliza pagamento em garantia: o comprador deposita os recursos antes da coleta, e os repasses são executados após a confirmação do recebimento. O produtor recebe o valor do produto descontado da comissão de 2%, enquanto a transportadora recebe integralmente o frete. Nas doações, não há cobrança pelo alimento nem comissão da plataforma. O Proof of Rescue registra uma atestação bilateral, assinada pela instituição e pelo produtor, vinculando os dados da doação a um registro verificável na blockchain. O MVP opera na Solana Devnet com FRUSD, um token de teste sem valor monetário, e contempla negociação de lotes inteiros, cotação de frete, acompanhamento das operações e avaliações dos participantes.

Sonar — Histórico de localização de veículos, sem GPS · Leandro Guilhermano
O Sonar é uma rede colaborativa que transforma qualquer celular num ponto de leitura de placas — é uma alternativa a tecnologias como GPS, LoRaWAN e radiofrequência. Cada motorista que roda com o app aberto lê placas ao seu redor e recebe uma recompensa proporcional (GPMP — Ganho Por Mil Placas), paga via Solana. O produto resolve um problema real: hoje não existe um jeito confiável e acessível de saber onde um veículo esteve. Rastreadores GPS requerem altas mensalidades e são fáceis de neutralizar; câmeras de segurança são pontos isolados que não formam rede. O Sonar cria essa rede a partir de pessoas comuns, sem hardware extra.
Enviado em 09 de setembro
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ProofOps · Henry Afonso Fiorentin Tres
ProofOps é uma camada de confiança para o mundo físico: transforma tarefas de campo — inspeções, manutenção, entregas, obras — em evidência verificável e ancorada na blockchain. Hoje, empresas dependem de trabalho de campo mas não têm como confiar que ele realmente aconteceu como reportado. Soluções como BlockFact, ProofSnap/Numbers Protocol e o padrão C2PA já resolvem "essa foto é autêntica" — inclusive fabricantes de câmera estão adicionando Content Credentials nativamente. Mas autenticidade de mídia não é execução de tarefa: nenhuma delas prova que uma tarefa específica foi cumprida pela pessoa certa, no lugar certo, no prazo certo. É esse o espaço que o ProofOps ocupa. QUEM USA Empresas que dependem de operações de campo e hoje pagam o custo da desconfiança: construtoras (liberar pagamento de etapa de obra), seguradoras (avançar sinistro sem esperar vistoria manual), operações de manutenção industrial e agro (encerrar ordem de serviço), e marketplaces de equipamentos (liberar escrow). O mercado global de field service management vale ~US$ 6,7 bi em 2026, com ~US$ 1,3 bi ligado especificamente a verificação e compliance de campo. COMO FUNCIONA Uma empresa cria uma missão definindo local, prazo e evidências exigidas. Ao aceitar, o trabalhador recebe um desafio imprevisível (nonce) — uma foto antiga não resolve. As capturas formam um Evidence Bundle com hash ancorado na Solana, registrado como uma sessão de evidências onde cada etapa depende criptograficamente da anterior. Quando a evidência é aprovada, pode acionar um smart contract diretamente: liberar pagamento, encerrar ordem de serviço, avançar sinistro. O QUE JÁ ESTÁ RODANDO O MVP está funcional em Solana Devnet, com o fluxo completo implementado ponta a ponta: criação de missão → aceite com desafio → captura verificada → evidence bundle ancorado on-chain → verificação de integridade → ação. A verificação já detecta corretamente adulteração de evidência pós-ancoragem. O QUE VEM A SEGUIR 30 dias: fechar um parceiro piloto pagante e rodar missões reais em campo. 3–6 meses: selective disclosure com zero-knowledge proofs, lançamento de Proof Bounties, integração nativa com C2PA. 6–12 meses: expansão para novas verticais e API pública para parceiros.

VerdeLedger — Crédito começa com confiança nos dados. · Tiago T. Secco
O VerdeLedger é uma camada de governança financeira multibanco criada para transformar dados dispersos em evidências claras, privadas e verificáveis para análise de crédito. Pequenas empresas e produtores rurais normalmente movimentam recursos em várias contas, usam ERP e misturam despesas pessoais e operacionais. Nesse cenário, somar extratos pode duplicar receitas, tratar transferências entre contas relacionadas como faturamento e esconder a real capacidade financeira. A plataforma consolida e normaliza fontes autorizadas, reconcilia dados bancários e ERP e executa regras financeiras determinísticas e versionadas. Ela diferencia entradas elegíveis de receita reconhecida, separa despesas pessoais, identifica possíveis recorrências familiares e circulações financeiras e mostra ao analista os lançamentos que sustentam cada ajuste. Esses sinais não são acusações de fraude: servem para revisão. A IA é opcional e atua apenas na explicação; não altera números nem aprova crédito. Ao final da análise, o relatório continua privado. O VerdeLedger gera uma representação canônica, calcula seu hash SHA-256 e registra somente esse fingerprint no Memo Program da Solana Devnet. Assim, uma parte autorizada pode recalcular o hash e verificar, fora do banco de dados do próprio sistema, se aquela evidência permanece idêntica à versão registrada. Nenhum CPF, extrato, nome ou valor financeiro é publicado na blockchain. A Solana comprova integridade e existência desde o registro, não a veracidade econômica de uma venda. O produto é B2B e foi pensado inicialmente para cooperativas de crédito, bancos, fintechs e fundos que analisam produtores rurais e PMEs. Para a instituição, entrega reconciliação, explicabilidade, trilha de governança e suporte à decisão humana. Para o tomador, organiza sua história financeira e facilita o compartilhamento autorizado de uma visão auditada. O modelo comercial proposto combina licença da plataforma com carteira monitorada ou volume de análises, hipótese que ainda será validada com clientes. Já existe um MVP funcional e publicado em https://hackaton.ttcd.com.br. Ele possui portais autenticados para instituição e cliente, restrições reais por perfil e cliente, três Home Bankings simulados por cenário, ERP demonstrativo, histórico diário append-only e fechamento com prova verificável. O frontend foi construído em React/TypeScript e o backend em FastAPI/Python. Supabase/PostgreSQL/Auth, Apache Fineract e Solana Devnet estão integrados de verdade no ambiente de demonstração; os dados são sintéticos e o consentimento Open Finance é simulado. O fluxo completo — ingestão, normalização, auditoria, revisão humana, relatório privado, hash e verificação on-chain — está operacional. O projeto conta com 55 testes de backend, 17 de frontend, validação de migrations/RLS e CI aprovado. Há oito fingerprints diários confirmados na Devnet e teste documentado em que uma cópia alterada é corretamente rejeitada. O próximo passo é conduzir um piloto assistido de 90 dias com uma cooperativa ou instituição parceira, analisando de 5 a 10 casos autorizados. Nesse piloto, queremos mapear o processo atual e medir, com e sem o VerdeLedger, tempo de análise, retrabalho, qualidade das evidências e confiança do analista. A partir dos resultados, avançaremos para integrações reguladas de Open Finance, fontes e documentos autenticados, calibração das regras com dados reais autorizados e evolução dos controles de segurança e conformidade. A meta é validar valor antes de escalar — preservando privacidade, explicabilidade e decisão humana.

Zanini Scraps · Greice Zanini
Atualmente em toda obra ou indústria, sobra material íntegro. Resíduo que é materia prima para alguém, gerando prejuízo e custo de remoção. E não deve ser material perdido se destinado certo. Ao invés de um custo gera receita e também economia ao comprador, que pode comprar o material necessario por um custo menor. Além de promover a redução danos ambientais, otimizando o uso de materiais. O Brasil gera milhões de toneladas de resíduos só de construção e demolição de obras por ano, disso, só uma fração mínima tem destinação correta. E, grande parte desse “resíduo” é material novo. Atualmente, vender "sobras" falha por três motivos: 1º Confiança no processo, ocorrerem inúmeras percas nesse tipo de negociação; 2º Liquidez financeira, o tempo em negociar e receber custa mais do que um lote pequeno vale; 3º Lastro, mercadorias sem registro de origem e destino, documentação inexistente ou fraudulenta, o comprador fica em risco com o fisco. Cada dia sem solução é perca de caixa e mercado informal, um espaço de bilhões em materiais que poderia circular e hoje não circula. O Brasil tem um custo de em média 120 bilhões ao ano, por falta de aproveitamento e correta destinação de resíduos. O Zanini Scraps é um marketplace B2B onde sobra vira receita, com pagamento protegido, comissão de 5% e liquidação na Solana. Não é classificado, nem sucateiro digital, é uma camada de confiança entre quem tem sobra e quem precisa de insumo. O vendedor publica o lote na linguagem do setor (m², ton, ml, kg), com origem e local de retirada. O comprador negocia no chat ou compra o total do anuncio. O valor fica em custódia até a confirmação do recebimento e só então o vendedor recebe o líquido descontada a comissão que a plataforma separa na mesma operação. Fica um rastro público do que foi negociado, por quem e com qual pagamento. Quem vende gera valor dado por perdido e corta custo de descarte. Quem compra acessa material de procedência com margem no preço. Quem audita ou contrata obra ganha prova de destinação lote a lote. O modelo é lucrativo desde a primeira transação, receita limpa de 5%, sem tocar no principal. A urgência de ir a mercado é direta, a perda já acontece todo dia no canteiro e na fábrica. A demanda existe, só falta a infraestrutura de confiança. A vinculação específica com a Solana parte de que, lotes pequenos só fecham se taxa for fração de centavo e liquidação for em segundos. Banco e processador tradicional comem a margem e demoram o repasse. Na Solana, o escrow deixa de ser promessa e vira código. Pagamento em USDC (Wallet Adapter / Solana Pay), retenção em cofre programado (Anchor), liberação assinada ao confirmar a retirada, split de comissão no mesmo ato, cada etapa auditável no explorer. Podendo viabilizar o lote de R$ 45 com a mesma segurança do lote de R$ 12 mil. Trás um benefício Real World Asset de verdade bem físico, usuário de economia real (muitas vezes sem saber que usou blockchain), carteira e USDC em uso fora do ecossistema cripto, demanda recorrente da construção civil e industria mundial. A plataforma em https://zaniniscraps.com.br/ tem, publicação de lote, chat, PIX, custódia e liberação. A camada Solana foi integrada no hackathon e já liquidou operações verificáveis na rede. Começamos em Passo Fundo e no norte do RS, onde o Grupo Zanini já vive os dois lados do fluxo. Deram origem ao sistema. Greice Zanini, contadora e consultora tributária, liderando os negócios, o fiscal e conformidade tributária e legal. A perda que viu na escrituração dos clientes motivou o produto e Tiago Zanini fundador da Zanini Business, responsável pelo desenvolvimento técnico, arquitetura e a camada Solana. Os próximos passos são: - Mainnet com USDC e conversão para reais; - Rastreabilidade on-chain do lote; - Certificado de destinação a partir do registro; - Piloto com construtoras locais.

BioTracer · Pedro Ferreira da Silveira
O BioTracer é uma plataforma de rastreabilidade de insumos hospitalares que cria um histórico comum e verificável para cada lote, do fabricante ao hospital. A solução surgiu para enfrentar um problema operacional recorrente: informações de origem, movimentação e recebimento ficam distribuídas entre documentos, planilhas e sistemas que nem sempre se comunicam, dificultando conferências e auditorias. No BioTracer, o fabricante cadastra o lote, o distribuidor registra sua movimentação e o hospital confirma o recebimento. A transferência de custódia só é concluída após o destinatário aceitar o lote. Caso existam divergências, ele pode recusá-lo e registrar o motivo, mantendo o histórico transparente para todas as partes. Os dados e documentos permanecem armazenados na aplicação, enquanto uma prova de integridade, formada pelo hash do registro, é gravada na blockchain da Solana. Assim, qualquer participante pode verificar se uma informação foi alterada sem depender exclusivamente da palavra ou da infraestrutura do BioTracer. A Solana foi escolhida por oferecer confirmações rápidas e baixo custo, características importantes para registrar eventos operacionais em escala. Já desenvolvemos um MVP funcional com cadastro de lotes, transferências, aceite ou recusa de recebimento, histórico de custódia e registro de provas na blockchain. O modelo proposto é B2B, com assinatura por unidade hospitalar e participação dos fornecedores no fluxo. O próximo passo é realizar um piloto de 30 dias com um hospital, um distribuidor e uma categoria de insumo, buscando alcançar 100% dos lotes com histórico completo e medir também o impacto no tempo de conferência. BioTracer: cada etapa, um registro.

AgroBenchBR · Felipe Meneguzzi
O produtor contribui dados criptografados sobre sua propriedade; o sistema valida e agrega esses dados por região; o produtor vê de graça como ele se compara à média regional, e instituições pagam para consultar o mesmo agregado — receita que retorna automaticamente, via smart contract, para as wallets dos produtores que contribuíram.
Enviado em 09 de setembro
Ver projeto →Agro Chain · Flavia Vieira
A Agro Chain é uma solução de tokenização voltada ao comércio internacional. O projeto utiliza a blockchain para representar digitalmente uma garantia amplamente utilizada no setor: a Carta de Crédito. Atualmente, a solução é aplicada à tokenização de Cartas de Crédito vinculadas à exportação de soja, criando uma infraestrutura mais eficiente e ágil para a liquidação de transações internacionais.
Enviado em 09 de setembro
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ClaimChain · Vitória Tumelero
ClaimChain — reembolso de plano de saúde em segundos, não em semanas O ClaimChain é uma infraestrutura de liquidação automática de reembolsos de plano de saúde, pensada para rodar na Solana. Hoje, quando um paciente paga uma consulta ou exame do próprio bolso, ele espera até 30 dias por um reembolso manual e sem transparência sobre o status do pedido. O ClaimChain resolve isso substituindo essa análise manual por uma validação automática de regras de cobertura, com liberação do pagamento em segundos. Para quem é O produto atende dois públicos: as operadoras de plano de saúde (convênios), que pagariam uma taxa mensal por vida coberta para usar a infraestrutura, e os beneficiários, que recebem o reembolso quase instantaneamente em vez de esperar semanas. O foco inicial é o mercado regional do Rio Grande do Sul, com meta de piloto junto a operadoras de médio porte. O que já está rodando: Backend que simula o fluxo completo: criação do pedido de reembolso, validação da regra de cobertura (ex: valor dentro do limite aprova automaticamente) e liberação do pagamento Interface completa em React com três telas navegáveis: painel com o histórico de reembolsos do paciente, formulário de novo pedido e tela de acompanhamento com linha do tempo, mostrando cada etapa (enviado, validado, aprovado, pago) Estrutura inicial de smart contract em Anchor (Solana Devnet), com a lógica de registro de sinistro esboçada O que vem a seguir: Migrar a lógica de validação e pagamento do backend para o smart contract on-chain, incluindo o vault que guarda os fundos da operadora e libera o pagamento automaticamente Integração de OCR real para leitura automática de comprovantes, hoje simulada no MVP Expansão para outros tipos de sinistro (odontológico, farmácia) Validação comercial com operadoras regionais para transformar o piloto em contrato real
ClayBox · Rafael Noll da Silva
Votação Descentralizada com Solana: Uma infraestrutura de votação baseada em Solana, Merkle Proofs, Ed25519 e operação Air-Gap.
Enviado em 09 de setembro
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EdTech · João Boni
O que é: A EdTech Marketplace é um marketplace brasileiro de aulas particulares avulsas sob demanda. O aluno busca um professor por matéria, paga com segurança e entra direto numa aula por vídeo — sem mensalidade, sem pacote. O diferencial é o escrow real on-chain: o pagamento fica retido numa carteira-cofre na Solana (devnet) e só é liberado ao professor quando a aula é confirmada como concluída, com cada transferência verificável publicamente no Solana Explorer. Para quem é: Alunos do ensino básico que precisam de reforço pontual numa matéria específica (e não de um cursinho mensal caro), e professores/tutores que querem renda extra sem depender de indicação informal nem correr risco de calote. O que já está rodando: Cadastro de aluno e professor (email/senha e Google), publicação de perfil profissional (foto, bio, matéria, diploma opcional), busca e agendamento de aula, fluxo completo de pagamento em escrow com transações reais na Solana devnet (depósito do aluno → cofre → liberação ao professor), avaliação por estrelas, calendário compartilhado entre aluno e professor, e uma tela de ganhos com gráfico e avaliações para o professor. Tudo em produção em edtechoficial.vercel.app, construído com Next.js, Supabase e Solana devnet. O que vem a seguir: Substituir as transferências diretas por um programa Anchor de escrow com regras de disputa on-chain, chat em tempo real entre aluno e professor, expansão pra mais matérias e regiões, e um app mobile.

Atmoswerka · Rafaella Werka
O copiloto climático do agricultor: decisão de manejo sem risco e histórico auditável.
Enviado em 09 de setembro
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Zaha Academy · Manoela Peruzzo
A Zaha Academy é uma EdTech B2B que desenvolve jornadas acadêmicas por competências para instituições de ensino superior. Nosso objetivo é ajudar alunos a acompanhar sua evolução e oferecer às coordenações informações para identificar dificuldades e orientar o apoio pedagógico. Na era da inteligência artificial, obter uma resposta ficou mais fácil. Entender o que o aluno aprendeu e como evolui continua sendo um desafio. A Zaha parte dos simuladores para construir uma experiência contínua de prática, resultados e acompanhamento, personalizada com o nome e a identidade de cada instituição. O que já funciona No Hackathon, construímos um MVP funcional: o Simulador de Competências para o ENADE de Arquitetura e Urbanismo, com recorte inicial em Conforto Ambiental. A coordenação cadastra o simulado, o aluno responde, recebe o resultado e consulta suas tentativas no histórico. O fluxo já foi demonstrado em vídeo pela equipe. Como usamos a Solana Cada resultado gera uma impressão digital, chamada hash, registrada na Solana. Os dados acadêmicos permanecem na plataforma. Posteriormente, é possível comparar o resultado com o registro publicado para verificar sua integridade. Essa camada permite conferir se o registro corresponde ao que foi publicado, sem depender apenas do banco de dados da Zaha. Ela não comprova, sozinha, autoria ou aprendizagem. Para quem é e como funciona o negócio O cliente pagante é a instituição de ensino; os usuários são alunos, coordenações e gestores acadêmicos. O modelo proposto é B2B SaaS, por assinatura institucional, com planos por faixa de alunos e opção White Label: a instituição oferece a experiência com sua própria marca, enquanto a Zaha fornece e opera a tecnologia. Arquitetura é nossa porta de entrada pelo domínio da equipe e pelo acesso potencial a uma instituição para piloto. A visão é expandir para outras áreas, cursos e instituições. Próximos passos Nos próximos seis meses, queremos testar o MVP em ambiente real, medir participação, frequência de prática, evolução entre tentativas e utilidade das informações para a coordenação. Também vamos validar a disposição de pagamento, a precificação e o custo de atendimento. A expansão prevê novas áreas de Arquitetura e, posteriormente, gamificação, missões, conquistas e Zaha Tokens, com benefícios definidos pelas instituições e parceiros. Essas funcionalidades fazem parte do roadmap. Nosso time combina educação e pesquisa, Arquitetura e estratégia de negócio, tecnologia e gestão de projetos. Ainda não temos piloto comercial, preço validado ou impacto comprovado sobre evasão e desempenho acadêmico. O MVP demonstra a execução do primeiro ciclo; os pilotos serão o próximo passo para validar seu valor. Buscamos instituições para piloto, aceleração e conexões estratégicas para transformar esse primeiro produto em uma EdTech escalável. Respostas podem chegar em segundos. Aprender continua sendo uma jornada.

GeoYield Protocol · SANDRA MARIA PEREIRA
O GeoYield Protocol é uma infraestrutura de inteligência territorial e finanças programáveis para o agronegócio. O projeto conecta geoprocessamento, GeoAI, dados climáticos e blockchain para transformar informações sobre território, produção e risco agrícola em dados verificáveis e operações financeiras programáveis na Solana. A proposta é criar uma camada de infraestrutura que conecte o território físico à economia digital. O produtor cadastra seu terreno a partir do CAR e delimita seus talhões, que representam as áreas efetivamente destinadas ao plantio. Sobre essa estrutura territorial podem ser associadas safras, culturas, evidências e informações climáticas. A partir desses dados, o GeoYield calcula indicadores de risco e os transforma em observações verificáveis para utilização em seguros paramétricos, crédito agrícola, operações de barter, rastreabilidade e, futuramente, estruturas de RWA e DeFi. A arquitetura é dividida em duas camadas. A camada off-chain concentra os dados geoespaciais, geometrias, evidências, dados climáticos e processamento de GeoAI. PostgreSQL/PostGIS é utilizado para armazenar e validar os objetos territoriais, garantindo regras como a contenção do talhão dentro dos limites do terreno e a ausência de sobreposição indevida entre áreas de plantio. A camada on-chain, implementada na Solana, registra os elementos necessários para atestação e execução das regras financeiras. Dados geográficos e grandes volumes de dados científicos não são armazenados na blockchain; seus hashes e estados relevantes podem ser utilizados para garantir integridade e rastreabilidade. O componente de inteligência utiliza Python, FastAPI, GeoPandas, NumPy e PySAL. A metodologia SANDRA é utilizada como referência para seleção dinâmica de atributos e análise espacial. O pipeline também calcula dependência espacial, Índice de Moran e indicadores LISA para identificação de padrões e anomalias territoriais. Para risco hídrico, o MVP utiliza o Índice Padronizado de Precipitação (SPI) em uma abordagem gaussiana demonstrativa. O objetivo é transformar eventos climáticos mensuráveis em indicadores objetivos que possam alimentar regras paramétricas. Na camada blockchain, o programa desenvolvido em Rust/Anchor na Solana Devnet implementa a estrutura de apólice paramétrica, registro de observações do oráculo e execução de payout. No cenário demonstrativo atual, uma condição de risco baseada em SPI pode disparar a liquidação quando o indicador atinge o limite definido na apólice. O MVP já possui frontend geoespacial em Next.js/React/Leaflet, backend GeoAI em FastAPI/Python, banco PostgreSQL/PostGIS e smart contract Anchor/Rust integrado à Solana Devnet. A aplicação permite representar terrenos e talhões, visualizar informações territoriais, executar análises GeoAI e demonstrar o fluxo entre análise de risco, oráculo e liquidação on-chain. Os dados territoriais, climáticos, de produção e demais bases utilizados atualmente são demonstrativos e têm como finalidade validar a arquitetura, os fluxos e a integração tecnológica do MVP. A integração com fontes oficiais, séries históricas e bases de produção será detalhada, validada e implementada nas próximas etapas do projeto. O roadmap contempla a expansão da infraestrutura territorial para bases oficiais, inicialmente com foco no Rio Grande do Sul e na região de Passo Fundo, incluindo IBGE, SICAR, CONAB, MapBiomas e outras fontes relevantes. Também está prevista a evolução do modelo de safra, permitindo associar uma safra a um ou vários talhões e calcular previsões de colheita a partir de regras agronômicas versionadas. Na evolução do oráculo, o projeto incorporará séries históricas reais, metodologias estatísticas mais robustas, controle de qualidade, versionamento de modelos e mecanismos de auditoria e atestação. Essa camada permitirá associar cada indicador de risco ao território, fonte de dados, metodologia e versão utilizada.
PartLock · Pedro Augusto Ribeiro Mangoni
O PartLock é uma plataforma de identidade digital e rastreabilidade para peças automotivas, criada para preservar a origem e o histórico de uma peça mesmo depois que ela é removida de um veículo. Hoje, informações importantes sobre procedência, desmontagem, transferência e reutilização de peças ficam fragmentadas entre empresas e sistemas diferentes, dificultando a verificação de origem e abrindo espaço para fraudes, comércio irregular e perda de confiança no mercado de peças usadas. O PartLock transforma cada peça em uma identidade digital verificável. A partir do momento em que uma peça é retirada de um veículo por uma empresa autorizada, ela recebe um registro único vinculado ao seu histórico. Eventos relevantes, como emissão, transferência, instalação ou alteração de status, podem ser registrados ao longo do ciclo de vida da peça. A arquitetura utiliza um banco de dados tradicional para as operações que exigem velocidade e baixo custo, enquanto a Solana é utilizada como camada de verificabilidade para registrar evidências criptográficas dos eventos relevantes. Dessa forma, o sistema evita colocar informações sensíveis ou grandes volumes de dados diretamente na blockchain, mas permite comprovar posteriormente que determinado registro existia e não foi alterado. No MVP, o fluxo começa no Centro de Desmontagem de Veículos, responsável pela criação da identidade da peça. Oficinas, compradores e demais participantes podem posteriormente consultar sua procedência e histórico por meio do PartLock. O objetivo é criar uma infraestrutura compartilhada de confiança para o mercado de peças usadas, permitindo que uma peça mantenha sua identidade e histórico independentemente de quantas vezes ela seja comercializada ou instalada em diferentes veículos.

UpperMinds - PPEP · José Gabriel Ramos Berton
PPEP - Pool de Propósito Específico Programável O PPEP é uma infraestrutura para criar pools financeiros em que propósito, destino e regras são definidos antes da contribuição. A ideia parte de um problema simples: sempre que várias pessoas juntam dinheiro para um objetivo comum, normalmente alguém precisa assumir o papel de tesoureiro ou intermediário. Os participantes passam a confiar não apenas no objetivo, mas também em quem controla os recursos. O PPEP propõe inverter essa lógica: o dinheiro segue a regra, não a pessoa. Em um PPEP, os participantes sabem previamente para onde os recursos irão, quais condições precisam ser cumpridas para sua movimentação e o que acontece caso essas condições não sejam alcançadas. As regras financeiras críticas são executadas por um programa na Solana, reduzindo a possibilidade de que o criador do pool ou a própria aplicação alterem unilateralmente o que foi combinado. O primeiro tipo de pool implementado é o TargetDeadlineRefund: o criador define uma meta, um prazo e um destinatário. Os participantes contribuem para o pool; se a meta for atingida, os recursos ficam aptos à execução exclusivamente para o destinatário previamente definido. Se o prazo expirar sem atingir a meta, cada participante tem direito a reivindicar seu reembolso. O criador não possui uma função administrativa para simplesmente sacar os recursos ou trocar o destinatário. O PPEP pode ser utilizado por pessoas, cooperativas, produtores rurais, associações, universidades, condomínios, comunidades e outras organizações. Entre os casos possíveis estão compras coletivas, contratação conjunta de serviços, viagens técnicas, eventos, equipamentos, projetos comunitários e campanhas com destinação previamente estabelecida. Para o hackathon, estamos construindo uma experiência em que a blockchain fica praticamente invisível para o usuário. A aplicação utiliza Next.js, Firebase e Solana/Anchor. O usuário possui uma identidade simples por @nick, enquanto sua identidade financeira on-chain é gerenciada pela infraestrutura. Criador, participante, destinatário e pagador das taxas de rede são papéis independentes. Isso permite, por exemplo, que alguém crie um PPEP sem precisar comprar ou possuir SOL apenas para utilizar a aplicação, pois a plataforma pode patrocinar o custo da rede. O programa PPEP já está implantado na Solana Devnet e possui 26 testes automatizados, cobrindo criação, contribuições, proteção contra ultrapassar a meta, execução, destinatário imutável, prazo, reembolso e separação entre creator e payer. Para a entrega do hackathon, a intenção é demonstrar o fluxo ponta a ponta: criar um PPEP, compartilhar suas regras, participar, acompanhar a meta e executar o destino programado, com as operações financeiras verificáveis na Devnet. O MVP não movimenta dinheiro real. Os valores em reais apresentados na interface são uma abstração de demonstração, enquanto as transações utilizam SOL/lamports de teste. Essa decisão mantém o escopo concentrado na principal hipótese técnica do projeto: provar que um pool pode possuir regras financeiras verificáveis que nem seu próprio criador consegue ignorar. Depois do hackathon, o PPEP pode evoluir em três direções principais. A primeira é a integração com Pix e provedores de serviços de pagamento, permitindo entrada e liquidação em reais enquanto a Solana permanece como camada verificável de regras e execução. A segunda é ampliar o motor para novos tipos de regras, como liberações por etapas, pools recorrentes, campanhas permanentes e execução por marcos. A terceira é uma camada B2B/API para cooperativas, associações e organizações gerenciarem múltiplos pools, documentos, permissões e integrações. O modelo de negócio prevê taxas transparentes por operação e planos B2B, mantendo separado o valor destinado ao propósito do pool. PPEP: você não precisa confiar em quem criou o pool. Precisa confiar nas regras que aceitou.

Yield2Pay · Tiago de Pauli Alcantara
O Yield2Pay é uma ferramenta de pagamento não-custodial na Solana. A família deposita dinheiro uma única vez em um cofre DeFi, e apenas o rendimento gerado por esse depósito paga, automaticamente, assinaturas recorrentes como Netflix, Spotify, ChatGPT ou academia. O principal nunca é tocado — continua 100% do usuário e pode ser sacado quando quiser. Não é investimento com promessa de retorno: é uma ferramenta de pagamento, com rendimento variável (pode ser zero). A métrica central é o Percentual de Liberdade: quanto das contas do mês o rendimento sozinho já cobre, de 0% a 100%. Para quem é Para famílias de classe média que já conseguem guardar algum dinheiro, mas veem parte do orçamento evaporar todo mês em assinaturas que nunca voltam. O produto é pensado para quem não tem familiaridade com cripto: login com Google/Apple, valores em reais, sem seed phrase, sem precisar entender carteira ou comprar SOL para pagar taxas. O que já está rodando Vertical /family completa: 8 telas (landing, onboarding, depósito, dashboard, detalhe de assinatura, saque, conceitos, configurações), bilíngue (PT/EN) e responsiva. Backend real na devnet Solana (NestJS + Prisma + Postgres): login via Privy com carteira embutida sem seed phrase, ATA de USDC criada e paga pela tesouraria, depósito/saque como transações patrocinadas (usuário nunca paga gás, e há guarda contra fee payer estranho), CRUD de assinaturas com ordenação por prioridade, e ledger com principal, rendimento disponível e snapshot diário. Dinheiro tratado em BigInt (nunca float), contrato de tipos compartilhado entre frontend e backend, tratamento de erros padronizado ponta a ponta, testes automatizados nos dois apps, e infraestrutura de deploy pronta (Vercel + Render). O cofre de rendimento já usa o SDK real da Kamino Lend, mas roda em modo mock em devnet (VAULT_PROVIDER=mock), porque o oracle que a Kamino exige não está disponível nesse cluster — só existe em mainnet. Por isso a devnet testa o fluxo completo com tokens de teste próprios, sem depender de faucet externo. O que vem a seguir Rampa PIX ⇄ USDC, para entrada e saída em reais (hoje o aporte é só em USDC). Motor de cobrança automatizado, que resgata o rendimento no vencimento de cada assinatura e paga sozinho, sem ação manual. Migração para mainnet-beta: RPC pago, troca do cofre mock pelo Kamino real, USDC real, tesouraria financiada com SOL de verdade, CORS travado no domínio de produção e revisão dos limites de depósito. Persistir o Percentual de Liberdade como métrica no backend e tirar do localStorage as demais abas de configurações. Suporte a dependentes com login próprio (hoje são apenas nomes cadastrados). Antes de abrir para usuários reais: E2E completo contra a Kamino real, ampliar cobertura de testes em módulos ainda sem specs, e definir plano de custódia segura da chave da tesouraria.

AcadEvents · Suellen Sagas
A AcadEvents é uma plataforma on-line desenvolvida para facilitar o gerenciamento, organização e divulgação de eventos acadêmicos, conectando instituições de ensino, organizadores, professores, pesquisadores e estudantes em um único ambiente digital. A plataforma permite que os organizadores cadastrem e gerenciem eventos, disponibilizando informações como nome, data, horário, local, descrição, programação e demais detalhes importantes. Os participantes, por sua vez, podem encontrar eventos de seu interesse, consultar informações e realizar sua inscrição de forma prática e centralizada. Além de facilitar a organização, a AcadEvents tem como objetivo ampliar a visibilidade dos eventos acadêmicos, tornando mais simples para estudantes e profissionais descobrirem palestras, congressos, workshops, seminários, cursos, feiras e outras atividades relacionadas ao meio acadêmico. Com uma interface intuitiva e acessível, a AcadEvents busca aproximar a comunidade acadêmica, incentivar a participação em eventos e tornar todo o processo de divulgação e gerenciamento mais eficiente, desde a criação do evento até a participação do público. AcadEvents: conectando pessoas, conhecimento e eventos acadêmicos em um só lugar.
Enviado em 09 de setembro
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SolanaRepro · Caio
Imagine que um bug aconteceu em uma transação real da Solana. A blockchain guarda o resultado, como um recibo, mas esse recibo nem sempre traz todo o contexto histórico que produziu o problema. Sem essas informações, uma tentativa de repetição pode parecer correta e ainda assim usar dados da hora errada. O SolanaRepro é uma infraestrutura open source de reprodução forense de transações Solana. Ele reúne as evidências disponíveis, registra a origem de cada dado, verifica se o contexto histórico é suficiente, reexecuta localmente os casos suportados e compara o novo resultado com a execução original da mainnet. O objetivo inicial é transformar incidentes reais em testes de regressão portáteis, para que equipes consigam detectar se o mesmo problema voltar no futuro. A principal diferença do projeto é saber quando não executar. Quando existem evidências suficientes, o caso pode ser classificado como EXACT dentro dos campos comparados. Quando falta estado histórico confiável, o sistema retorna UNSUPPORTED e explica o motivo. Ele nunca usa o estado atual fingindo que é o estado do passado. O MVP já está funcionando como ferramenta de linha de comando. Ele possui captura, inspeção, replay local, comparação, verificação, bundles portáteis, relatórios forenses em JSON e HTML e integração com CI. O suporte atual cobre transferências SOL, transferências SPL clássicas e falhas determinísticas. Casos ainda fora do limite, como ALT e CPI complexa, são recusados de forma explícita. A demo offline mostra os dois lados: uma transferência reproduzida como EXACT e uma transação histórica recusada como UNSUPPORTED por falta de evidência suficiente. O release candidate atual passou em 431 testes Node, 2 testes Rust e uma validação em checkout Windows limpo. O corpus demonstrável contém quatro reproduções EXACT e duas recusas seguras. Esses resultados são evidências do mantenedor e ainda não representam validação independente ou suporte universal. Os próximos passos são validar provedores de estado histórico, publicar um benchmark com 100 transações reais e tornar os bundles mais fáceis de compartilhar em pipelines de CI. Depois disso, o suporte será ampliado uma classe de transação por vez, sempre preservando o mesmo limite de confiança.

Anti-Furada · Thiago
Um sistema de fila de serviço público (SUS, matrícula escolar, habitação) onde cada posição na fila é uma transação assinada pelo próprio cidadão, registrada on-chain na Solana. Ninguém — nem o órgão que administra a fila — consegue reescrever a ordem depois de confirmada, e qualquer pessoa pode conferir publicamente quem está em que posição, sem pedir permissão a ninguém. A seguir no projeto, vem uma camada de identidade mais robusta (hoje simplificada via hash de CPF, sem resolver o problema de alguém criar várias carteiras pra entrar mais de uma vez) e testes de carga simulando pico de matrícula escolar.
Enviado em 08 de setembro
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SoloSense · Marcela Dos Santos Capella
SoloSense é uma plataforma de análise e interpretação de laudos de solo que transforma dados técnicos em informações simples e úteis para a tomada de decisão no campo. O sistema utiliza OCR/IA para extrair os dados do laudo, um sistema especialista baseado em regras agronômicas para interpretar os parâmetros e, ao final, apresenta um diagnóstico do solo e recomendações de manejo de acordo com a cultura selecionada. O projeto é voltado principalmente para produtores rurais e profissionais da área agrícola, como agrônomos e consultores, permitindo que diferentes perfis tenham acesso a uma interpretação mais rápida e compreensível das análises de solo. A proposta é reduzir a dificuldade de interpretar dados como pH, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, matéria orgânica e outros parâmetros, auxiliando na identificação de possíveis deficiências e necessidades do solo. O que está rodando: A versão atual do SoloSense já possui a estrutura principal do fluxo: entrada do laudo → extração dos dados → análise por regras → diagnóstico → recomendação. O sistema especialista está sendo estruturado com regras agronômicas voltadas para culturas relevantes da Região Sul do Brasil, relacionando os resultados da análise de solo às necessidades de cada cultura. Também está sendo trabalhada a integração com a Solana, que é um dos diferenciais do projeto no hackathon. A ideia é utilizar a blockchain para registrar de forma verificável informações importantes relacionadas às análises e aos resultados gerados pelo sistema, garantindo maior rastreabilidade, transparência e integridade dos registros. O que vem a seguir: Após consolidar a versão funcional para o hackathon, os próximos passos são ampliar a plataforma para permitir o histórico das análises, o mapeamento e análise por diferentes áreas/talhões da propriedade, a integração com outros dados agrícolas e a possibilidade de coleta automática de pontos estratégicos para análises mais precisas. Também está prevista a evolução do sistema especialista, aumentando a quantidade de culturas, regras e parâmetros considerados, além do aprimoramento da IA/OCR para interpretar diferentes formatos de laudos. Dessa forma, o SoloSense pode evoluir de um sistema de interpretação de análises para uma plataforma completa de apoio à tomada de decisão agrícola, mantendo a simplicidade para o produtor e a confiabilidade necessária para profissionais do setor.

Bugius Pay · Alexandre Machado
Pagamento em stablecoin na Solana com repasse de comissão automático, no ato da venda. O comerciante entra com e-mail, nunca vê seed phrase, sem a necessidade de SOL para taxas, e enxerga tudo em Reais.
Enviado em 08 de setembro
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IMD Gaudérios · Leandro Piangers
Compra e venda agrícola segura com escrow em USDC na Solana (Devnet). O comprador deposita a stablecoin, o valor fica bloqueado no contrato, o produtor registra a entrega, o comprador confirma e só então o produtor recebe.
Enviado em 08 de setembro
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AgroRecall AI · Saymon Mello
AgroRecall AI é uma plataforma web de resposta inteligente a incidentes em cadeias de produção de alimentos. O problema que buscamos resolver acontece quando um lote apresenta contaminação, falha de qualidade ou outro tipo de risco. Mesmo quando existe rastreabilidade, descobrir rapidamente quais produtos foram derivados daquele lote, para onde foram enviados e quais estabelecimentos já os receberam pode exigir uma análise demorada. O AgroRecall AI transforma essa rastreabilidade em uma resposta automática. Cada etapa da cadeia registra os eventos relacionados aos lotes: criação, transformação em novos produtos, transporte, recebimento e análises de qualidade. A partir dessas relações, o sistema constrói um grafo da cadeia produtiva. Quando um incidente é registrado em um lote, o AgroRecall percorre automaticamente esse grafo e identifica todos os lotes derivados, remessas, empresas e estabelecimentos potencialmente afetados. O sistema então organiza o impacto por prioridade, diferenciando produtos ainda armazenados, produtos em transporte e produtos que já chegaram ao varejo. Isso permite que uma equipe visualize rapidamente onde o risco está concentrado e quais ações precisam ser realizadas primeiro. A inteligência artificial é utilizada para auxiliar na interpretação do incidente, gerar resumos executivos e sugerir ações. A IA não decide quais produtos estão contaminados: essa identificação é feita de forma determinística a partir das relações reais entre os lotes. A Solana é utilizada como camada de confiança e auditoria. Eventos importantes podem gerar hashes criptográficos e provas verificáveis, permitindo detectar alterações posteriores no histórico da cadeia sem armazenar informações comerciais sensíveis diretamente na blockchain. O MVP apresenta uma interface de Command Center onde é possível visualizar a cadeia de produção, registrar incidentes, analisar automaticamente o impacto, acompanhar prioridades de recall e verificar a integridade dos registros. Nosso objetivo é transformar um processo que pode exigir buscas manuais entre diferentes sistemas em uma resposta rápida, visual, auditável e integrada.
É us guri · Braian Kleber Marques de Camargo
Imagina que tu é dono de um banco e o governo chega e fala: “Me prova que tu tem mais dinheiro guardado do que dívida.” O problema é que, pra provar isso do jeito tradicional, tu teria que mostrar todas as tuas contas, valores, clientes e várias informações extremamente sensíveis. E aí teus concorrentes, ou até alguém mal-intencionado, poderia acabar tendo acesso a esses dados. É justamente aí que entra o bk.auditor®. A ideia é ele entrar no banco de dados, fazer todos os cálculos internamente e gerar uma prova matemática, um ZK Proof, que funciona como um tipo de selo de garantia. Essa prova consegue mostrar pro governo que a regra foi realmente cumprida — por exemplo, que o banco tem pelo menos 20% a mais de ativos do que dívidas — sem precisar revelar quais são os valores reais. Ou seja, quem está auditando consegue confirmar matematicamente que a informação é verdadeira, mas não consegue descobrir os dados confidenciais que estão por trás dela. E no nosso site dá pra ver esse processo acontecendo. Primeiro, na aba Connectors, tu conecta os bancos de dados que serão utilizados na auditoria. Depois, em Policies, tu escolhe qual regra quer provar. Por exemplo: “Eu tenho 20% a mais de ativos do que dívidas.” Aí tu clica em Run Audit. O sistema pega esses dados, executa a regra e gera o ZK Proof, que aparece na aba ZK Proofs. Esse código gigante que aparece ali não é simplesmente um resultado que alguém consegue ler e descobrir os valores. Ele é uma prova criptográfica que permite que outra pessoa verifique matematicamente se aquilo é verdadeiro. Então, resumindo de uma forma bem simples: O bk.auditor® permite provar que tu está seguindo uma determinada regra sem precisar revelar os dados confidenciais usados para provar isso. É basicamente: “Eu consigo provar que é verdade, sem precisar te mostrar o que eu tenho.”

NodalTrace · Pedro Rossetto
O problema: A partir de 30 de dezembro de 2026, soja e derivados só entram na União Europeia se a cadeia for comprovadamente livre de desmatamento posterior a 2020. Quase metade do farelo de soja exportado pelo Brasil tem a Europa como destino. Quem sofre: Os elos intermediários despreparados que podem ser excluídos do mercado europeu — esmagadoras, cooperativas e tradings — e, em cascata, produtores e exportadores. Depois de pesquisa e entrevistas com o setor, vimos despreparo nesses elos: a origem ainda corre por e-mail e planilha. Sem adequação, o risco é perda de mercado, prejuízo e multa. A Solução: A NodalTrace transforma o que a indústria já tem em prova verificável. Integramos nota fiscal, cadastro do fornecedor e polígono da propriedade, cruzamos com bases públicas de desmatamento e emitimos uma atestação: o lote está em conformidade ou não. Então publicamos na Solana o status, os hashes dos documentos e a prova. Os arquivos ficam fora da chain, para preservar sigilo comercial. O comprador confere numa página pública; o auditor, com acesso privilegiado, reconcilia os arquivos contra os hashes. Por que blockchain e Solana: Banco de dados da empresa ou PDF assinado ainda exigem confiança em quem guarda o registro. Se o arquivo muda ou a empresa some, a prova some. A blockchain torna a atestação imutável e independente de qualquer elo. A Solana faz sentido porque o agro emite muitos lotes: cada transação precisa custar frações de centavo e confirmar em segundos. Em redes caras, o volume inviabiliza o modelo. Próximos Passos: Até o prazo da EUDR, o alvo é um MVP com uma indústria da região. Já há contrato com uma aceleradora local e a intenção é levar o projeto ao Colosseum. IoT, tokenização, IA, crédito de carbono e outras cadeias ficam para depois: a mesma lógica, em mais lugares, com mais precisão e mais valor agregado. Declaração de IA: A decisão de produto, as entrevistas e o recorte de mercado são do time. A IA acelerou escrita, arquitetura e código; não substituiu a validação da solução e do setor.
SolarCrypt · Jonathan Da rocha
O Problema e Quem Sofre O modelo atual de distribuição de conteúdo digital pune os criadores independentes. Artistas, educadores, músicos e desenvolvedores sofrem para proteger e monetizar seus arquivos sem ceder de 10% a 30% da receita para plataformas centralizadas. Soluções tradicionais de DRM (Digital Rights Management) exigem servidores custosos, criam barreiras para o comprador (senhas, cadastros) e mantêm a custódia centralizada, gerando pontos únicos de falha e vazamento. A Solução: SolaCrypt Nós propomos um DRM 100% descentralizado que inverte a lógica do ransomware. Usamos a mesma engenharia — criptografia client-side ponta a ponta com AES-256 —, mas para o bem. O criador criptografa sua obra localmente, antes dela tocar a rede. A "chave" para abrir o arquivo só é revelada ao comprador através de uma derivação criptográfica (ECDH X25519) gerada a partir da assinatura de sua própria carteira. Não há servidores retendo chaves, não há senhas. É um protocolo de entrega segura e controle de acesso puramente matemático e não-custodial. Por que a Solana faz sentido? Um DRM on-chain só é comercialmente viável se a experiência de compra for imediata. Em outras redes, o comprador pagaria altas taxas e esperaria minutos para conseguir baixar um simples e-book ou vídeo. A Solana é a única infraestrutura que viabiliza o SolaCrypt. Com sua finalidade sub-segundo e taxas de frações de centavo (< US$ 0,001), a Solana nos permite oferecer um fluxo de compra tão rápido e fluido quanto o da Web2, mas com as garantias absolutas da Web3. A rede atua perfeitamente como nosso "cartório em tempo real", liquidando o pagamento e validando a posse on-chain instantaneamente para liberar a chave criptográfica.

Metera · João Camargo
O Metera é a camada de confiança para agentes de IA. Hoje agentes pedem um dado, recebem um número e agem, sem saber se dá pra confiar nele. O Metera verifica dados on-chain por enquanto, devolve com o nível de confiança e a fonte, e recusa quando não consegue verificar, em vez de entregar um número errado. Para quem: quem constrói agentes financeiros na Solana e precisa que eles ajam sobre dados verificados. Já rodando: live na mainnet, via MCP e API. Diversos tipos de dados financeiros com fontes cruzadas, cada resposta com nível de confiança (single-source, consensus ou anchored), fonte e trace auditável. Usuários testando em produção e presença no Superteam Perks. A seguir: Adicionar cada vez mais fontes premium, levar a ideia a campos internacionais e iniciar rodada pre-seed.
Enviado em 07 de setembro
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Laniakea Technology · soya
O CivicYield é uma infraestrutura Web3 de inteligência operacional e governança, construída na Solana, que transforma demandas dispersas em prioridades confiáveis e acionáveis. Foi concebida para cidades, órgãos públicos, empresas, escolas, faculdades, comunidades e instituições que precisam identificar o que deve ser priorizado, onde aplicar recursos e como acompanhar resultados. Pessoas e organizações podem publicar relatos, propostas, alertas ou checagens, apoiar ou contestar conteúdos e construir reputação. Os sinais são organizados por território, comunidade, setor, recorrência e impacto, gerando rankings e dashboards. O CivicYield não é uma auditoria ou investigação, embora possa apoiar auditorias, controladorias, prestação de contas e controle social. Sua função é mais ampla: conectar participação coletiva, evidências, análise de eficiência e decisão institucional. A inteligência de confiabilidade não declara sozinha o que é verdadeiro. Ela considera origem e histórico do registro, apoios, contestações, reputação e evidências. A Solana preserva a existência, integridade e evolução das informações com rastreabilidade e baixo custo, tornando a blockchain uma parte essencial da solução. O MVP já funciona em devnet, com programa na Solana e frontend operacionais. O fluxo on-chain inclui conexão de carteira, publicação e categorização, apoio, contestação, mudança de voto, denúncia de conteúdo e reputação. Cada carteira mantém apenas uma posição ativa por publicação. O protocolo é configurável por organização, território, unidade ou setor. Empresas podem priorizar riscos e melhorias; escolas e faculdades, demandas acadêmicas e administrativas; comunidades, problemas locais; governos e controladorias, políticas, compromissos e resultados públicos. A sociedade também pode adotá-lo independentemente para exercer controle social organizado e não partidário. Em Recife, o CivicYield pode complementar o Conecta Recife: enquanto a plataforma municipal facilita o acesso aos serviços, o protocolo acrescenta priorização coletiva, confiabilidade, acompanhamento e inteligência sobre as manifestações dos cidadãos, sem substituir o sistema existente. A metodologia DEA amplia o projeto ao comparar unidades semelhantes escolas, hospitais, secretarias, departamentos ou projetos de acordo com recursos utilizados e resultados alcançados, revelando eficiência relativa, boas práticas e pontos que exigem atenção. Nosso próximo passo central é captar investimento e formar parcerias estratégicas para realizar o deploy em mainnet, fortalecer segurança e governança, aperfeiçoar a inteligência de confiabilidade, concluir a camada DEA e executar pilotos em empresas, instituições de ensino e comunidades, além de buscar futuramente uma aplicação complementar ao Conecta Recife. Com a validação, o CivicYield poderá escalar como infraestrutura SaaS e Web3 para diferentes organizações e mercados.
Enviado em 09 de setembro
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Enviado em 09 de setembro
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Enviado em 08 de setembro
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Enviado em 07 de setembro
Enviado em 07 de setembro
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Enviado em 02 de setembro